Cruzamo-nos e nossas linhas
Iluminaram a luz das nossas vidas
Vidas encaixadas em alguma desarmonia
Equilíbrios entre paz e dor
Desequilíbrios da minha e da tua sensibilidade
Semblantes austeros fechados...
Sorrisos sinceros, insanidade
Desencontros...
As coincidências premeditadas
As alternativas falhadas
Devo acreditar-te?
Nem em mim confio
Se a palavra nada vale
E a Alma encarcerada nas trevas
É só trégua de silêncio em intermitência de luz
Ah! Poesia traída gemendo
Num qualquer papel vazio
Palavras lançadas que doem
Pelo teu sentir
Inconsciente e frio
Magenta
8/03/2012






